O amor…

Fui em uma determinada loja da Renner e me chamou a atenção a alegria e a recepção calorosa de uma funcionária na entrada da loja.

Fiquei pensando como é o amor, como é a paixão pelo que se faz. O que ela ganha em um domingo onde grande parte das pessoas estão com as suas famílias e ela, jovem e deduzo que aos seus 20 anos, está ali desejando boa tarde para pessoas que não conhece e principalmente, que muitas das vezes, nem retribuem com a gentileza na entrada da loja.

Me lembrei de uma das cartas mais conhecidas sobre o amor, a carta de Paulo a Coríntios.

“Eu poderia falar todas as línguas que são faladas na terra e até no céu, mas, se não tivesse amor, as minhas palavras seriam como o som de um gongo ou como o barulho de um sino.Poderia ter o dom de anunciar mensagens de Deus, ter todo o conhecimento, entender todos os segredos e ter tanta fé, que até poderia tirar as montanhas do seu lugar, mas, se não tivesse amor, eu não seria nada.Poderia dar tudo o que tenho e até mesmo entregar o meu corpo para ser queimado, mas, se eu não tivesse amor, isso não me adiantaria nada.”

E cheguei a conclusão: “sem o amor nada serei”.

É o amor que dá sentido a nossa vida, nossa carreira, nossas amizades, o convívio em família. É o amor que dá sentido aos relacionamentos.

E se estamos falando de um mundo que caminha para a era das relações, seja no universo digital ou físico, como é que estamos fazendo isso?

Temos empregado amor e dedicação no nosso trabalho? Temos colocado amor nos nossos relacionamentos?

O mercado mudou tanto, as pessoas vem buscando identificação com algo que elas se sintam parte importante e as startups vem nos dando uma aula sobre isso.

Comprar por comprar não faz mais sentido, queremos causas, queremos ter um sentido maior, queremos amor.

Queremos amor nas questões sociais globais, no trabalho, no meio ambiente, queremos amor nas diferenças… Queremos o tão sonhado amor.

E como é que as empresas estão lidando com isso?

Fiquei pensando, será que a Renner promove esse ambiente para que essa vendedora atenda bem ou será que ela ama o que faz?

Pensei até no meu trabalho, será que tenho empregado amor no que eu faço e tenho contribuído para o desenvolvimento de uma empresa pela qual os meus colaboradores amem e se identifiquem?

Por mais simples que seja o trabalho executado, quando se ama, tudo faz sentido, tudo é importante!

Portanto, eu te pergunto: você ama o que faz? E você, profissional de RH, os seus colaboradores amam trabalhar na empresa que você representa? Como eles a enxergam? 

Indico este vídeo para te ajudar a refletir sobre isso 🙂

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