Venha a nós o vosso reino, mas que sejam feitas as minhas vontades.

Quando era criança ouvia com muita frequência que o ser humano tende, em seu processo de crescimento, à se tornar egoísta.


Se isso era verdade, só o tempo pôde mostrar, mas geralmente ensinamentos de mãe nunca erram.


Infelizmente é só na adversidade que as pessoas se mostram, pois enquanto os seus desejos são atendidos, tudo permanece em perfeita paz, mas no momento em que deixamos de atendê-los, aí você realmente descobre quem a pessoa é.


Dizem que é o poder que revela qual é o caráter de um pessoa, mas acredito que a adversidade revela muito mais. Ela traz a tona informações sobre o caráter, valores pessoais e principalmente, o nível de consideração e respeito que a pessoa tem por você.


Com o COVID-19, instaurou-se uma nuvem de desespero e incerteza mundial. Países tomaram decisões drásticas a fim de resguardarem os seus cidadãos e que ótimo que o sistema político do mundo todo tomou partido por algo (é claro que existe um interesse particular nisso, mas não é o meu foco falar de política).


Acontece que tudo que estamos vivendo hoje pegou pessoas, empresas e parlamentares desprevenidos. Pequenas e grandes organizações estão no mesmo barco e as únicas que efetivamente estão “faturando” são as produtoras de álcool gel, máscaras e supermercados.


Porém, todas as outras sofrem o impacto de uma economia que já não era boa e precisam de última hora tomar decisões que vão além de faturamento e fluxo de caixa. Decisões que estão ligadas ao futuro da organização e consequentemente das pessoas que estão vinculadas à ela.


É neste momento que o trabalho em conjunto faz toda a diferença e considerando o desafio que temos, não basta somente as empresas e os seus colaboradores interagirem, é preciso cooperação entre cidadãos, organizações e sistema político. Pois na falta disso, voltaremos a uma economia péssima e sem crescimento, com o índice de desemprego elevado e empresas quebrando por falta de dinheiro.


Agora é a hora de fazer do limão uma limonada, de parar de buscar o reino e aproveitar a oportunidade que está em nossas mãos de construir algo novo.


Ah, quero propor um exercício importante! Se fosse você o dono de uma empresa à decidir a existência da sua organização e a vida dos seus colaboradores, o que você faria? Qual decisão tomaria?

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